O disco intervertebral é o principal elemento no equilíbrio da coluna vertebral. Sofre degeneração a partir dos 40 anos, sendo esta relacionada às atividades físicas. Constituído por um material macio (não cartilaginoso), mas resistente, funciona como amortecedor entre as verteras. Em seu centro possui o líquido pulposo, único resquício embrionário do corpo humano, que é bastante hidratado e no decorrer do dia se desidrata. Portanto se recomenda que as pessoas se deitem pelo período de uma hora ou, pelo menos, trinta minutos durante o dia de trabalho para aliviar a tensão.
Quando o disco intervertebral apresenta lesões (hérnia) faz com que o líquido pulposo encontre um caminho através delas e escoe, sempre em direção à face anterior da coluna. A porção que derrama do líquido pulposo pode se alojar junto às ramificações nervosas (nervos sensitivos e motores) e pressioná-las, causando lesões com dor, bloqueio nos movimentos e, até mesmo, inflamação. O fragmento pode se deslocar para baixo com o passar do tempo, devido à gravidade, se acomodando e fazendo com que a dor cesse.
Os fatores de risco na degeneração do disco são: fraturas; inflamações; assimetria de membros inferiores e na bacia (atrofia de glúteos); aumento da lordose lombar; tensões assimétricas vertebrais (dorso curso curvo).
A região da coluna que mais se movimenta, exceto a cervical, é a sacral, concentrando cerca de 80% a 90% dos movimentos, além de suportar toda a carga de peso que está acima, diferindo da cervical que suporta somente o peso da cabeça.
Atenção: dores fortes na região sacral podem ser causadas por tumor; pacientes com osteoporose desenvolvem hipercifose dorsal muita acentuada; barriga promove hiperlordose lombar; homens e mulheres com mais de 70 anos de idade têm a mesma incidência de osteoporose; pessoas que sofrem de bronquite asmática e utilizam cortisona para tratamento estão sujeitas à osteoporose; infecções no aparelho urinário podem desencadear sérios problemas na coluna vertebral e nas articulações em todo o corpo; portadores de luppus tendem a ter inflamação na coluna vertebral e muita dor; dores na coluna em pacientes com osteoporose podem representar pequenas fraturas difíceis de serem detectadas, sendo, muitas vezes, para isto necessária a utilização de exames sofisticados; entre as vértebras L5 – S1, é comum o aparecimento de espondilolistese.
Atenção: dores fortes na região sacral podem ser causadas por tumor; pacientes com osteoporose desenvolvem hipercifose dorsal muita acentuada; barriga promove hiperlordose lombar; homens e mulheres com mais de 70 anos de idade têm a mesma incidência de osteoporose; pessoas que sofrem de bronquite asmática e utilizam cortisona para tratamento estão sujeitas à osteoporose; infecções no aparelho urinário podem desencadear sérios problemas na coluna vertebral e nas articulações em todo o corpo; portadores de luppus tendem a ter inflamação na coluna vertebral e muita dor; dores na coluna em pacientes com osteoporose podem representar pequenas fraturas difíceis de serem detectadas, sendo, muitas vezes, para isto necessária a utilização de exames sofisticados; entre as vértebras L5 – S1, é comum o aparecimento de espondilolistese.
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